10 Anos: memória #4

A Secção de Fotografia AAC convidou os ex-Presidentes das Direcções Gerais, que nos últimos 10 anos assumiram os destinos da AAC, para partilharem através do seu testemunho a experiência que viveram com a Secção de Fotografia.

As palavras de Miguel Portugal, Presidente da Direcção de Geral AAC em 2010.

Foi em 2005, quando um grupo de jovens começa a juntar-se para partilhar e conjugar duas paixões: A fotografia e a Associação Académica de Coimbra. Após demonstrarem cabalmente que estavam para ficar, foi criada definitivamente a Secção de Fotografia da AAC em Dezembro de 2007, décadas após a extinção da Secção Fotográfica.

Desde os primórdios da Académica que a fotografia consegue relatar sem palavras todas as vivências dos estudantes da Universidade de Coimbra na sua generalidade, das secções culturais e desportivas da AAC e das suas conquistas e eventos, tornando-se num instrumento decisivo para o registo histórico do património dos estudantes de Coimbra e da nossa Universidade.

Da parte da nossa Direcção-Geral da AAC, no ano de 2010, quando a secção estava já numa fase mais madura, 2 anos após a sua criação, juntámos todos os esforços para que lhes fosse atribuído um espaço condigno para trabalhar, fruto também do espaço psicológico que justamente consegui conquistar nestes 3 anos junto dos nossos colegas. Este foi também o pontapé de partida (e com a sua colaboração) para a reorganização de alguns espaços na AAC, permitindo que outras secções ganhassem melhores condições de trabalho.

O que pretendo deixar bem patente neste pequeno testemunho (mais do que atividades e eventos) é o espirito de coletivo que desde o inicio pautou esta Secção e o reconhecimento deste comportamento foi o prémio atribuído como secção do Ano na Gala António Luiz Gomes em 2010. Este espírito foi continuamente difundido pela Secção, com especial destaque para a (sempre forte) atitude do Paulo Abrantes, nunca virando a cara à luta, o que permitiu à Secção ganhar o seu merecido espaço no seio das Secções Culturais da AAC.”

Miguel Portugal

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